sábado, 8 de janeiro de 2011

Oração

     Deus é um Pai rico de amor por seus filhos. Ele é um Pai que se comove a todo momento com nossas necessidades e nunca nos abandona.

     Deus é o Pai que mais mima seus filhos, Ele sempre nos dá tudo o que pedimos, mas é bom o bastante para nos dar somente aquilo que nos trará felicidade. A Oração é um diálogo com Deus. Tudo o que temos para conversar, contar, agradecer e pedir ao nosso Pai do Céu, falamos através da oração. Quem reza com fé, toca no coração do Senhor e todos os seus pedidos serão atendidos. Foi Jesus mesmo quem nos prometeu isso, e depois seus Santos também confirmam o poder eficaz da oração. Segue alguns trechos onde podemos nos certificar da promessa de Jesus:

Palavras de Jesus Cristo, escritas por São Mateus Mt 21, 22
E tudo o que vocês pedirem com fé na oração, vocês receberão.


Palavras de Jesus Cristo, escritas por São Marcos Mc 11, 24
É por isso que eu digo a vocês: tudo o que vocês pedirem na oração, acreditem que já o receberam, e assim será.

Palavras de Jesus Cristo, escritas por São Marcos Mc 11, 25

Quando vocês estiverem rezando, perdoem tudo o que tiverem contra alguém, para que o Pai de vocês que está no céu também perdoe os pecados de vocês.
Primeira carta de São Pedro 3, 7b-12

A oração de vocês não ficará sem resposta.Finalmente, tenham todos a mesma atitude, sejam compassivos, cheios de amor fraterno, misericordiosos e de espírito humilde.Não paguem o mal com o mal, nem o insulto com outro insulto; pelo contrário, abençoem, porque para isso vocês foram chamados, isto é, para serem herdeiros da bênção.De fato, aquele que ama a vida e deseja ver dias felizes guarde sua língua do mal e seus lábios de proferir mentiras; afaste-se do mal e pratique o bem, busque a paz e procure segui-la. Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e seus ouvidos estão atentos à prece deles.

Carta de São Tiago 5, 13. 15- 18
Alguém de vocês está sofrendo? Reze. A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado. Confessem mutuamente os próprios pecados e rezem uns pelos outros, para serem curados.A oração do justo, feita com insistência,tem muita força. Elias era homem fraco como nós. No entanto, ele rezou bastante para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio.Depois ele rezou de novo, e o céu mandou chuva, e a terra produziu seu fruto.


Carta de São Paulo aos Filipenses 4, 6s
Não se inquietem com nada. Apresentem a Deus todas as necessidades de vocês através da oração e da súplica, em ação de graças. Então a paz de Deus, que ultrapassa todacompreensão, guardará em Jesus Cristo os corações e pensamentos de vocês.


Carta de São Paulo aos Romanos 12, 9-13
Que o amor de vocês seja sem hipocrisia: detestem o mal e apeguem-se ao bem; no amor fraterno, sejam carinhosos uns com os outros, rivalizando na mútua estima. Quanto ao zelo, não sejam preguiçosos; sejam fervorosos de espírito, servindo ao Senhor. Sejam alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração. Sejam solidários com os cristãos em suas necessidades e se aperfeiçoem na prática da hospitalidade.




Confie... 
As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.


quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Castidade?!


Muito se fala sobre sexo antes do casamento, mas pouco se sabe sobre o porquê da Igreja pregar a necessidade de se preservar a castidade. A Igreja sempre foi mal vista quando se trata desse assunto, mas é urgente abordar de uma forma mais clara a questão da sexualidade. 
     Os costumes mudaram muito ao longo do tempo e os próprios meios de comunicação fazem parecer comum os jovens manterem uma vida sexual ativa antes do matrimônio. Mas sabemos que nem tudo que é comum é correto, da mesma forma que São Paulo nos alerta: “Tudo posso, mas nem tudo me convém”. É lógico que eu como jovem de 22 anos penso nisso, pode ter certeza que penso e muito, não me falta vontade de viver algo tão prazeroso... Mas é preciso decidir sobre nossas atitudes sob a luz de Deus, e refletir: Vale a pena? O que Deus espera de mim? O que Ele, meu Mestre e Senhor, quer que eu faça?
     A relação sexual em si não é pecado. Deus criou o homem e a mulher para que vivessem um para o outro, de modo que já não fossem dois, mas apenas uma só carne. É vontade Dele que nós, seus filhos amados, vivamos felizes. Quando nos unimos a alguém, estamos realizando o projeto de Deus, que nos criou para isso. Mas os padrões divinos são específicos: “Sede Santos, pois Eu Sou Santo”. Ele quer que nossa vida seja plena, para isso nos mostra seu modelo de perfeição: já que Ele é santo, misericordioso, fiel e cheio de amor, devemos ser santos, fiéis, misericordiosos e cheios de amor também. Deus deseja que a união entre homem e mulher seja sólida, concreta e baseada na fidelidade e no amor. 
     O sexo para o casal é um meio de estarem ainda mais unidos, é uma ligação entre eles abençoada por Deus. Mas quando a relação sexual é praticada fora do casamento, mostra uma falta de compromisso entre os dois, que buscam o prazer, mas não buscam viver a plenitude do matrimônio, que é a vontade de Deus. Um casal que não busca a bênção para sua união, que vive junto sem receber o sacramento do matrimônio, age dessa forma para deixar uma abertura para fugir, caso algo dê errado. É quase como se fosse uma relação descartável, sem compromisso, “se eu não gostar, abandono meu parceiro e procuro outro”. Quando o sexo é vivido nessas circunstâncias, ele é errado, pois o casal não está vivendo a vontade do Pai. 
    Como já foi dito, Deus quer que sejamos plenamente felizes, só vivendo como Ele nos ensina conseguiremos isso. Seus ensinamentos orientam para sermos santos, fiéis, compromissados e amorosos como Ele é. Não podemos deixar que algo natural, criado por Deus para nossa felicidade seja banalizado, a ponto de perder seu valor. O sexo precisa de significado para acontecer, se não ele vira apenas um ato errado e descartável. 
     “Há tempo para todas as coisas debaixo do céu”, não precisamos nos antecipar e querer viver aquilo que ainda não é apropriado. Não é sábio pensar que o sexo é a única coisa boa que pode haver entre um casal. Cada fase da vida tem suas maravilhas, se reconhecêssemos o quanto o Plano de Deus é perfeito para nós, certamente daríamos mais valor aos momentos, saberíamos o quanto uma conversa pode servir de alimento para o amor, o quanto um beijo pode ser prazeroso, o quanto um abraço pode ser significativo... 
    Viver a castidade é ter maturidade tamanha a ponto de entender que o amor é a base mais importante para um relacionamento, e o amor não precisa só de sexo para existir, pelo contrário, precisa antes de amizade, perdão, companheirismo e diálogo. 

Castidade segundo o Catecismo da Igreja Católica

O batizado, com a graça de Deus, em luta contra os desejos desordenados, chega à pureza do coração mediante a virtude e o dom da castidade, a pureza de intenção e do olhar exterior e interior, com a disciplina dos sentidos e da imaginação e pela oração. A pureza exige o pudor, que, preservando a intimidade da pessoa, exprime a delicadeza da castidade e orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e da sua comunhão. Ela liberta do erotismo difuso e afasta de tudo aquilo que favorece a curiosidade mórbida. Requer uma purificação do ambiente social, mediante uma luta constante contra a permissividade dos costumes, que assenta numa concepção errônea da liberdade humana. A castidade é a integração positiva da sexualidade na pessoa. A sexualidade torna-se verdadeiramente humana quando é bem integrada na relação pessoa a pessoa. A castidade é uma virtude moral, um dom de Deus, uma graça, um fruto do Espírito.




Fonte: CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA - Compêndio
Disponível também em: http://www.vatican.va/archive/compendium_ccc/documents/archive_2005_compendium-ccc_po.html

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Cristo no imaginário infantil


O jornal italiano Corriere della Sera publicou em sua edição eletrônica de fim de semana uma enquete muito divertida.
Trata-se de opinar sobre o relacionamento das crianças italianas com o Menino Jesus.
         Os leitores devem escolher entre frases tiradas do livro: "Caro Gesù: la giraffa la volevi proprio così o è stato un incidente?" (Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?), recém-lançado pela editora Sonzogno.
         É uma amostra do que elas costumam escrever nas redações da escola, nas aulas de catecismo e em bilhetinhos de  final de ano.
Na Itália, o Papai Noel não toma conta do imaginário infantil e Gesù Bambino é um poderoso concorrente do bom velhinho nórdico.
Escolha você também a sua frase preferida.

"Querido Menino Jesus, todos os meus colegas da escola escrevem para o Papai Noel,
 mas eu não confio naquele lá.
Prefiro você.“
   (Sara)

"Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho.
Mas na  verdade eu tinha rezado pra ganhar um cachorro."
(Gianluca)

"Querido Jesus, por que você não está inventando nenhum  animal novo nos últimos tempos?
 A gente vê sempre os mesmos." 
  (Laura)

"Querido Jesus, por favor, ponha um pouco mais de férias entre o Natal e a Páscoa.
No meio, agora está sem nada.“
 (Marco)

"Querido Jesus, o padre Mário é seu amigo
 ou você conhece ele só do trabalho?“
 (Antonio)

"Querido Menino Jesus, por gentileza, mande-me um  cachorrinho.
 Eu nunca pedi nada antes, pode conferir.“
 (Bruno)

"Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem  se tivessem um quarto pra cada um.
 Com o meu irmão funciona." 
 (Lorenzo)

"Querido Jesus, eu gosto muito do padre-nosso.
Você  escreveu tudo de uma só vez, ou você teve que ficar apagando?
Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes."
(Franco)

"Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edison inventou a luz.
 Mas no catecismo dizem que foi você.
Pra mim ele  roubou a sua idéia.“
(Daria)

"Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas,
 por que você não fica com as que já tem?" 
(Marcello)

"Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?"
(Giovanni)

Aborto


O quinto mandamento da lei de Deus nos proíbe claramente de tirar a vida de alguém, o que inclui cometer aborto ou ainda cooperar com o ato. O inciso § 2272 do catecismo da Igreja Católica nos diz: “A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida.” Deus em todo momento nos mostra o quanto somos importantes para Ele, na Bíblia temos várias passagens que reafirmam isso: “Antes mesmo de te formares no ventre materno, eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei (Jr 1,5)”. “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância. (Jo 10, 10)”. Qualquer ato contra a vida além de ser um crime, é também um desrespeito ao amor de Deus por nós, que nos confia o nobre encargo de preservá-la, tarefa essa que deve ser exercida de maneira digna. Por isso a vida deve ser protegida com o máximo cuidado desde a concepção até seu fim natural. Temos várias histórias reais que nos mostram o arrependimento e o sofrimento causado por esse ato, tanto na pessoa que o pratica quanto na sociedade, que sofre ao perder os valores que a mantém sólida. Relembrando ainda a história de Papa João Paulo II, na época que sua mãe engravidou dele, estava proibida de ter filhos. Diante de uma gravidez de altíssimo risco, onde iriam morrer mãe e filho na concepção médica, a solução para ela seria o aborto. Mas ela optou pela vida, no seio materno não conseguiu destruir uma inocente vida que estava para nascer. Assim ela nos trouxe nosso querido Papa da vida, da família, dos jovens, enfim, sob tantos títulos, ele foi essa pessoa maravilhosa que, através de seus atos, conseguiu fazer do mundo um lugar um pouco melhor, deu esperança às pessoas, fez muitos de nós acreditar que é possível viver dignamente os valores de Jesus. Preservar a vida é um ato mais que bonito, é um dever para todo cristão! A vida é uma dádiva de Deus! Acredite na vida, seja feliz e viva bem!

Sacramentos e Sacramentais

Jesus Cristo, hoje glorificado e ao lado direito do Pai, como Ele mesmo já havia anunciado, continua agindo em nossa vida e nos comunicando sua Graça através dos sete Sacramentos, que Ele mesmo instituiu e confiou à Igreja.
Os Sacramentos são sinais sensíveis e visíveis que nos concedem a vida divina. São eles: Batismo, Eucaristia e Crisma (sacramentos de iniciação Cristã); Penitência e Unção dos enfermos (sacramentos da cura); Ordem e Matrimônio (sacramentos ao serviço da comunhão e da missão). Pode-se perceber que eles tocam todas as etapas importantes da vida cristã.
Através do Batismo somos reconhecidos como Filhos de Deus e confirmamos essa nossa vontade com o sacramento do Crisma. A Eucaristia é nosso alimento espiritual, que nos fortalece e garante a vida, e a Penitência é o modo como nos reconciliamos com o Pai quando nos afastamos de sua Graça por causa do pecado. A Unção dos Enfermos nos cura e liberta das enfermidades do corpo e da alma. O matrimônio dá ao homem e à mulher uma íntima comunhão de vida e de amor entre eles, de modo que já não são dois, mas uma só carne. E a Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo aos seus Apóstolos continua a ser exercida na Igreja.
         Já os Sacramentais, instituídos pela Igreja, são sinais sagrados pelos quais somos preparados para receber o fruto dos sacramentos e ter santificadas várias circunstâncias de nossa vida. Os sacramentais não conferem a Graça do Espírito Santo assim como os Sacramentos, mas pela oração da Igreja nos preparam para recebê-la. Entre os sacramentais, encontram-se primeiramente as bênçãos, que são louvores a Deus e orações para obter seus dons, as consagrações de pessoas e as dedicações de coisas para o culto a Deus.
         Jesus em sua infinita bondade e misericórdia, não querendo nos deixar sem Seu amparo, deixou-nos os sacramentos de modo que assim, estivéssemos em íntima comunhão com Ele. 

sábado, 25 de dezembro de 2010

A PALAVRA DA VIDA Jo 1,1-18

Estamos diante do portão de entrada, a primeira coisa que se vê ao abrir o Evangelho de João. O Prólogo é como uma fonte, da qual quanto mais se tira água, mais água aparece. Por isso que há muito escritos sobre o Prólogo de João e nunca se esgota o assunto.
No princípio era a Palavra, luz para todo ser humano. “No princípio era a Palavra…” faz pensar na primeira frase da Bíblia que diz: “No princípio Deus criou o céu e a terra”. Deus criou por meio da sua Palavra. “Ele falou e as coisas começaram a existir”. Todas as criaturas são uma expressão da Palavra de Deus. O prólogo diz que a presença universal da Palavra de Deus é vida e luz para todo ser humano. Esta Palavra viva de Deus, presente em todas as coisas, brilha nas trevas. As trevas tentam apagá-la, mas não conseguem. A busca de Deus renasce constantemente no coração humano. Ninguém consegue abafá-la.
João Batista não era a luz. João Batista veio para ajudar o povo a descobrir e saborear esta presença luminosa e consoladora da Palavra de Deus na vida. O testemunho de João Batista foi tão importante que muita gente pensava que Ele fosse o Cristo (Messias) (At 19,3; Jo 1,20). Por isso o Prólogo continua: “João Batista veio apenas para dar testemunho da luz!” (Jo 12,7s).
Os seus não a receberam (Jo 1,9-11): Assim como a Palavra de Deus se manifesta na natureza, na criação, da mesma maneira ela se manifesta no “mundo”, isto é, na história da humanidade e, de modo particular, na história do povo de Deus. Mas o “mundo” não reconheceu nem recebeu a Palavra. Desde os tempos de Abraão e Moisés, ela “veio para o que era seu, mas os seus não a receberam”. Quando fala “mundo” João indica o sistema tanto do império como da religião da época, fechados sobre si e incapazes de reconhecer e receber a Boa Nova (Evangelho) da presença luminosa da Palavra de Deus.
Os que aceitam tornam-se filhos de Deus. As pessoas que se abriam, aceitando a Palavra, tornavam-se filhos de Deus. A pessoa se torna filho ou filha de Deus não por mérito próprio, nem por ser da raça de Israel, mas pelo simples fato de confiar e crer que Deus, na sua bondade, nos aceita e nos acolhe. A Palavra entra na pessoa fazendo-a sentir-se acolhida por Deus como filho(a). É o poder da graça de Deus.
A Palavra se fez carne. Deus não quer ficar longe de nós. Por isso a sua Palavra chegou mais perto ainda e se fez presente no meio de nós na pessoa de Jesus. Literalmente o texto diz: “A Palavra se fez carne e montou sua tenda no meio de nós!”. No tempo do Êxodo, lá no deserto, Deus vivia numa tenda, no meio do povo (Ex 25,8). Agora, a tenda onde Deus mora conosco é Jesus, “cheio de graça e de verdade!”. Jesus veio revelar quem é este nosso Deus que está presente em tudo, desde o começo da criação.
Moisés deu a Lei, Jesus trouxe a Graça e a Verdade (Jo 1,15-17): Estes versículos resumem o testemunho de João Batista a respeito de Jesus: “Aquele que vinha antes de mim passou na minha frente porque existia antes de mim!” (Jo 1,15.30). Jesus nasceu depois de João, mas ele já estava com Deus desde antes da criação. Da plenitude dele todos nós recebemos, inclusive o próprio João Batista. Moisés, dando a Lei, nos manifestou a vontade de Deus. Jesus trouxe a graça e a verdade que nos ajudam a entender e a observar a Lei.
É como a chuva que lava. Este último versículo resume tudo. Ele evoca a profecia de Isaías segundo a qual a Palavra de Deus é como a chuva que vem do céu e para lá não volta sem ter realizado a sua missão aqui na terra (Is 55,10-11). Assim é a caminhada da Palavra de Deus. Ela veio de Deus e desceu entre nós na pessoa de Jesus. Através da obediência de Jesus ela realizou sua missão aqui na terra. Na hora de morrer, Jesus entregou o Espírito e voltou para o Pai. Cumpriu a missão que tinha recebido.