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sexta-feira, 27 de maio de 2011
Sobre a situação dos professores e da educação
Depoimento da professora Amanda Gurgel sobre a situação dos professores e da educação no RN. Assistam, é um depoimento sobre o RN mas que não está diferente do resto do Brasil.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Petição para aumento salarial dos professores de redes públicas
Em dezembro de 2010 os senadores Cristovam Buarque, do PDT de Brasília, e Pedro Simon, do PMDB do Rio Grande do Sul, apresentaram um projeto de lei no Senado que estende o mesmo percentual de reajuste salarial concedido aos parlamentares do Congresso Nacional aos professores de educação básica das escolas públicas brasileiras, representando uma demonstração mínima de compromisso com a melhoria de qualidade da educação das crianças do país, atitude que melhorará a credibilidade do Senado junto à opinião pública.
Sem dúvidas, uma proposta como esse é digna de aplausos. É preciso que sejam tomadas decisões firmes em prol da educação. O desenvolvimento só acontecerá quando a educação for reconhecida como base para o progresso. A proposta de lei é ótima, afinal já é difícil alguém se interessar por uma profissão tão pouco valorizada no Brasil. Pena que são poucas as pessoas que se interessam pela educação!
Sem dúvidas, uma proposta como esse é digna de aplausos. É preciso que sejam tomadas decisões firmes em prol da educação. O desenvolvimento só acontecerá quando a educação for reconhecida como base para o progresso. A proposta de lei é ótima, afinal já é difícil alguém se interessar por uma profissão tão pouco valorizada no Brasil. Pena que são poucas as pessoas que se interessam pela educação!
Assinem a petição para que os Professores das redes públicas tenham o mesmo índice de reajuste dos senadores.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Projeto Estímulo material para a educação
O projeto “Estímulo material para a educação” foi idealizado por Elisângela Maria de Sousa e por mim. Nos unimos às nossas companheiras do curso de graduação em Pedagogia (turma 2010/01) para colocá-lo em prática. Tal projeto pretende estimular as crianças de baixa renda a se interessarem pelo estudo e não abandonarem a escola, já que as vezes fazem isso por não possuírem materiais escolares e uniformes, e muitas vezes se sentem inferiores por essa razão.
Nós pretendemos, em breve, nos inserir no mercado de trabalho da Educação. E desde já, julgamos de extrema importância o apoio a todo e qualquer estudante, de modo que esses não abandonem seus estudos. E por estarmos cientes da realidade vivida pelas crianças com baixa renda, nos interessamos em encontrar meios que forneçam materiais escolares e uniformes a elas. As atividades realizadas no projeto citado compreendem a aquisição de materiais escolares e uniformes, por meio de doações próprias e de terceiros. Conseguiremos ajuda de empresas privadas, entidades, pessoas do meio político, dentre outros para a arrecadação dos bens. Serão realizadas também, feiras e promoção de rifas com sorteio de brindes. Para todos que se interessarem em ajudar, desde já deixamos nossos mais sinceros agradecimentos.
Penso que todos nós, independente da área em que atuamos, deveríamos nos esforçar ao máximo para apoiar a educação, já que é através dela que poderemos fazer do mundo um lugar com pessoas mais humanas, mais comprometidas com o bem comum. Esse projeto foi o mínimo esforço que pude fazer para melhorar uma situação que considero tão ruim. É claro que é apenas uma gota no oceano, mas será a gota responsável por deixar o mar mais cheio. Se cada um fizesse o mínimo que pudesse, com certeza viveríamos todos de forma mais digna! Pretendo fazer muito mais do que já fiz até hoje, já que ninguém vive apenas de boas intenções, mas de ações, estou apenas começando...
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Baixo índice educacional brasileiro coloca o país em desvantagem na lista de IDH
A ONU acaba de divulgar um de seus índices mais esperados do ano: o IDH, que mede a qualidade de vida de 169 países do globo terrestre. E pela medição deste ano, o Brasil subiu 4 posições e agora ocupa a colocação de número 73 no ranking. É considerado pela ONU ainda um país de desenvolvimento humano elevado, mas a principal razão para o Brasil ocupar a posição de número 73, e não uma melhor, estaria no ainda baixo índice educacional de parcela expressiva da população. Por esse critério, nosso país ocupa a posição de número 105, o que rebaixa muito a avaliação final. A ONU reconhece a melhoria de nosso país na questão do acesso à renda, mas mesmo essa melhoria, na opinião do senador Cristovam Buarque do PDT do Distrito Federal, pode estar em risco durante os próximos anos, pois a educação e a renda tendem a caminhar cada vez mais juntas na nova economia.
(CRISTOVAM BUARQUE): A economia vai começar a cair. Porque a economia vai ficar sempre e cada vez mais dependente de educação. Vai ficar pra trás, porque esta renda que cresce é produto que não tem a ver com a educação. É agricultura, é construção, é indústria automobilística. Não tem aí por trás deste crescimento da economia chips, produtos sofisticados de alta tecnologia. E daqui para a frente o que dinamiza uma economia é a tecnologia e a ciência, e o Brasil vai ficar pra trás.
(REP): A nota final de nosso país foi 0,699. Quanto mais próximo de 1, melhor é a avaliação. Também prejudicou o Brasil no ranking deste ano a questão da desigualdade social, que fez com que o país perdesse 27,2% da sua avaliação. Os 5 melhores países do mundo em qualidade de vida segundo a ONU são Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Irlanda. Na America do Sul, estão na frente do Brasil o Chile, Argentina, Uruguai e Peru. O pior colocado nas Américas é o Haiti. No geral, existe uma melhor qualidade de vida na Europa, na America do Norte e na Oceania, enquanto os piores colocados são os países africanos e do sudeste da Ásia.
Sergio Vieira
Rádio Senado
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Proposta do senador Cristovam Buarque
"Curso para formar professor deve ser pago pelo governo", propõe Cristovam
Agência Senado 26/10/2010 - 13h23
Os jovens que desejarem cursar licenciatura ou pedagogia deveriam ser dispensados de vestibular e ter os seus estudos integralmente pagos pelo governo - é o que sugere o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), para quem tais medidas poderiam contribuir para reduzir a carência de professores, que, segundo ele, é de cerca de 400 mil só nas áreas de matemática, física, química e biologia.
Em entrevista à Agência Senado nesta segunda-feira (25), Cristovam Buarque disse que essas providências seriam mais efetivas do que os dois decretos editados recentemente pelo governo para facilitar o financiamento de curso superior. Para ele, esses decretos, que mudam as regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), são importantes e reduzem as dificuldades dos estudantes, mas não são suficientes para fazer frente às necessidades educacionais do Brasil.
Um dos decretos (7.338/2010) acaba com a necessidade de fiador para acesso ao Fies e o outro (Decreto 7.337/2010) amplia o prazo para que o estudante comece a pagar o financiamento.
- As medidas [contidas nos decretos presidenciais] são válidas, são importantes, têm meu apoio, mas eu queria mais. Queria que ninguém precisasse, nesse país, pedir empréstimo para ser estudante e se formar nas profissões de que o Brasil precisa. Cobrar de alguém que quer estudar para ser professor é como cobrar, durante uma guerra, para que o jovem pague para treinar para ser soldado - disse Cristovam.
Na opinião do senador, o estudante de licenciatura que não conseguisse vaga nas universidades públicas deveria estudar em faculdade particular com mensalidade paga integralmente pelo governo.
- O Brasil precisa de professor. É como se o país precisasse de soldados. Estamos numa guerra, mas nem o povo nem os governantes perceberam. O que a gente faz quando está em guerra? Procura soldados. E gasta dinheiro para formar os soldados - comparou.
Sem fiador
O Fies já financiou mais de seiscentos mil cursos no país e a necessidade de garantia sempre foi uma das dificuldades para acesso ao programa. Com o Decreto 7.338/2010, o governo institui o Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo, que substituirá a necessidade de fiador, conforme portaria do Ministério da Educação. O fundo será mantido pelo Tesouro Nacional e pelos estabelecimentos de ensino que aderirem ao programa.
Apenas poderão fazer uso do benefício os estudantes que cursarem licenciaturas ou que tenham renda familiar inferior a um salário mínimo e meio per capita. Bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni) que queiram financiar o restante da mensalidade também poderão pedir dispensa de fiador.
Já com o Decreto 7.337/2010, o governo busca ampliar os prazos para quitação dos débitos - a primeira parcela passará a ser cobrada 19 meses após a conclusão do curso. A nova norma também prevê parcelamento do saldo devedor por um período equivalente a até três vezes o tempo de estudo do aluno na condição de financiado, acrescido de doze meses. Pela nova norma, que altera a lei que instituiu o Fies (Lei 10.260/ 01), a amortização do financiamento poderá ser antecipada, quando for de interesse do estudante.
Iara Farias Borges / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Educadores do futuro
O Prof. Cosme Luiz Chinazzo, que leciona História da Educação em meu curso, nos propôs uma atividade que quero compartilhar, já que a considerei de grande importância para todos aqueles que pretendem ser professores.
A atividade:
A História da Educação não é uma simples exposição de fatos e ideias a partir de uma ordem cronológica. Devemos ir além, concebê-las a partir de elementos significativos, e que entre os quais se estabelecem relações, a fim de que se torne melhor a compreensão do fenômeno da EDUCAÇÃO nos dias de hoje, e no futuro.
Entendemos que a História não deva ser repetida, mas ser “re-construída”. Assim como, o passado não deve ser repetido, mas “re-constituído”. Então, as experiências do passado, devem servir para repensarmos o nosso presente e projetarmos um futuro diferente e melhor.
O conhecimento sobre o nosso passado nos capacita a compreender nosso presente e fornece instrumentos para darmos respostas aos desafios que se impõe. A História é um processo, prossegue nos dias atuais, e todos nós, consciente ou inconscientemente, por atos ou omissões, participamos dela.
Desse modo, o desfio que lançamos aqui é que cada estudante elabore um texto dissertando sobre que tipo de professor(a) pretende ser. Ou seja, vamos discutir sobre o professor do futuro. Portanto, sinta-se a vontade e defenda tua tese argumentando sobre como deve ser o professor do futuro.
Minha resposta:
Ensinar, do latim insignare, significa instruir sobre, indicar, mostrar algo. Ser professor é ensinar muito mais que uma disciplina, o educador do futuro deve indicar caminhos, mostrar novos horizontes. O mundo, a sociedade, as pessoas passam por diversas mudanças o tempo todo. O professor não pode ser diferente, deve renovar seus conhecimentos e seus métodos de ensino.
O grande desafio do educador é fazer nascer no aluno a consciência da necessidade do aprendizado. Quando o indivíduo é despertado para a busca do conhecimento, nasce nele naturalmente o amor pelo saber e pela descoberta do novo. Nessa mudança de postura do aluno, passando de receptor de informações para participante do processo de aprendizado, o professor passa a ser um facilitador na busca pelo conhecimento, como defenderia Rogers em sua teoria humanista.
Como uma professora em formação, pretendo ser mais que uma professora, mas também uma ajudante na modelagem de pessoas mais sábias, em todos os sentidos, mais humanas e comprometidas com o bem comum. Seguindo esse raciocínio, eu e meus colegas de ofício, seríamos educadores do futuro e realizaríamos meu maior ideal nessa profissão.
A atividade:
A História da Educação não é uma simples exposição de fatos e ideias a partir de uma ordem cronológica. Devemos ir além, concebê-las a partir de elementos significativos, e que entre os quais se estabelecem relações, a fim de que se torne melhor a compreensão do fenômeno da EDUCAÇÃO nos dias de hoje, e no futuro.
Entendemos que a História não deva ser repetida, mas ser “re-construída”. Assim como, o passado não deve ser repetido, mas “re-constituído”. Então, as experiências do passado, devem servir para repensarmos o nosso presente e projetarmos um futuro diferente e melhor.
O conhecimento sobre o nosso passado nos capacita a compreender nosso presente e fornece instrumentos para darmos respostas aos desafios que se impõe. A História é um processo, prossegue nos dias atuais, e todos nós, consciente ou inconscientemente, por atos ou omissões, participamos dela.
Desse modo, o desfio que lançamos aqui é que cada estudante elabore um texto dissertando sobre que tipo de professor(a) pretende ser. Ou seja, vamos discutir sobre o professor do futuro. Portanto, sinta-se a vontade e defenda tua tese argumentando sobre como deve ser o professor do futuro.
Minha resposta:
Ensinar, do latim insignare, significa instruir sobre, indicar, mostrar algo. Ser professor é ensinar muito mais que uma disciplina, o educador do futuro deve indicar caminhos, mostrar novos horizontes. O mundo, a sociedade, as pessoas passam por diversas mudanças o tempo todo. O professor não pode ser diferente, deve renovar seus conhecimentos e seus métodos de ensino.
O grande desafio do educador é fazer nascer no aluno a consciência da necessidade do aprendizado. Quando o indivíduo é despertado para a busca do conhecimento, nasce nele naturalmente o amor pelo saber e pela descoberta do novo. Nessa mudança de postura do aluno, passando de receptor de informações para participante do processo de aprendizado, o professor passa a ser um facilitador na busca pelo conhecimento, como defenderia Rogers em sua teoria humanista.
Como uma professora em formação, pretendo ser mais que uma professora, mas também uma ajudante na modelagem de pessoas mais sábias, em todos os sentidos, mais humanas e comprometidas com o bem comum. Seguindo esse raciocínio, eu e meus colegas de ofício, seríamos educadores do futuro e realizaríamos meu maior ideal nessa profissão.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Pedagogia
Em março de 2010 iniciei meu curso de Pedagogia. Igual a muitas pessoas eu acreditava que esse curso se limitava apenas a educação infantil, mas felizmente descobri que o curso possibilitava também uma especialização
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