Venho pensando muito sobre isso. Não me permitir ser eu mesma é viver em uma prisão. Os momentos em que mais sofro são aqueles em que me obrigo a fazer as coisas para tentar ser aceita, para agradar. Sofro porque não é natural para mim, acho difícil fingir que estou feliz fazendo algo que não me deixa confortável. Deixar de ser eu mesma me dói. Preciso aprender a me libertar.
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segunda-feira, 2 de julho de 2018
Não deixe de ser você
Venho pensando muito sobre isso. Não me permitir ser eu mesma é viver em uma prisão. Os momentos em que mais sofro são aqueles em que me obrigo a fazer as coisas para tentar ser aceita, para agradar. Sofro porque não é natural para mim, acho difícil fingir que estou feliz fazendo algo que não me deixa confortável. Deixar de ser eu mesma me dói. Preciso aprender a me libertar.
terça-feira, 20 de junho de 2017
A festa do Coração de Jesus
A Igreja Católica Apostólica Romana celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus. Este sagrado Coração é a imagem do amor de Jesus por cada um de nós. Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o “Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado”. Entre as Promessas que Jesus fez à Santa Margarida está a das Nove Primeiras Sextas Feiras do mês: “No extremo da misericórdia do meu Coração onipotente, concederei a todos aqueles que comungarem nas primeiras sextas feiras de cada mês, durante nove meses consecutivos a graça do arrependimento final. Eles não morrerão sem a minha graça e sem receber os Santos Sacramentos. O meu coração naquela hora extrema será um abrigo seguro”. As outras promessas do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque: 1 - Conceder-lhe-ei todas as graças necessárias ao seu estado; 2 - Porei a paz em suas famílias; 3 - Consolá-los-ei nas suas aflições; 4 - Serei seu refúgio na vida e especialmente na hora da morte; 5 - Derramarei copiosas bênçãos sobre suas empresas; 6 - Os pecadores encontrarão no meu Coração a fonte, oceano infinito de misericórdia; 7 - Os tíbios se tornarão fervorosos; 8 - Os fervorosos alcançarão rapidamente grande perfeição; 9 - Abençoarei os lugares onde estiver exposta e venerada a imagem do meu Coração; 10 - Darei aos sacerdotes a força de comover os corações mais endurecidos; 11 - O nome daqueles que propagarem esta devoção ficará escrito no meu Coração e de lá nunca será apagado. Peçamos a Deus Nosso Pai que aumente a nossa confiança no Sagrado Coração de seu Filho Jesus, e que o Imaculado e Doce Coração de Maria Santíssima seja sempre a nossa salvação. Assim Seja!
Autor: Padre Marco Ruas
sábado, 8 de abril de 2017
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Como viver a vocação?
Comecemos
por entender o que significa vocação. A origem da palavra vocação vem do latim
e se refere a um “chamado”, sendo assim, na dimensão religiosa, a vocação é um
chamado de Deus, um convite. Esse chamado do Pai é pessoal, cada um tem uma
vocação específica dentro do Plano de Deus. Deus nos convida a vivermos uma
vida de santidade e plenitude no local onde podemos ser mais úteis à construção
do Reino dos Céus. A vocação é dom, graça, eleição cuidadosa, visando à realização
da vontade de Deus, seja na vida laical, sacerdotal, religiosa ou familiar. "Não
fostes vós que me escolhestes, mas Eu vos escolhi" (Jo 15,16). Para nós,
cristãos, a vocação tem um sentido mais rico e profundo que nos foi revelado
pelo próprio Cristo. Pelo Batismo somos chamados a ser sal da terra e luz do
mundo, sacerdotes, profetas e reis, somos chamados a sermos santos. Jesus não
nos deixa desamparados, Ele dá um exemplo perfeito para seguirmos e assim viver
nossa vocação, esse modelo é bem claro: “Sede santos como vosso Pai que está
nos Céus é santo” (Mt 5, 48).
Cristo não quer que vivamos uma vida vazia, Ele deseja que tenhamos uma vida
plena e repleta de felicidade. Então para viver nossa vocação e sermos felizes
basta seguir o exemplo dado por Ele, precisamos ser santos e perfeitos como o
Pai, em outra palavras, precisamos agir como o próprio Cristo agiu. Viver a
vocação é agir para o bem pessoal e do próximo, é ser justo, humilde, solidário
e misericordioso assim como Jesus nos ensina. Sendo sal para dar um novo sabor
a nossas realidades, sendo luz para iluminar o mundo e indicar a todos o
caminho da salvação e sendo fermento, para transformar e modificar o mundo com
nossas atitudes evangelizadoras. Não devemos pensar que precisamos mudar o
mundo radicalmente de um dia para o outro, mas podemos fazer isso aos poucos, através
das pequenas atitudes positivas dentro de nossa casa, de nossa comunidade, de
nosso trabalho e lazer. Inclusive, essa é uma das propostas do Movimento de
Cursilhos: Evangelizar os ambientes. Quando estamos empenhados no anúncio e
construção do Reino de Deus, estamos exercendo nossa vocação e cumprindo a
missão que Jesus nos deixou: “Ide pelo mundo e anunciai a Boa Nova a toda criatura”
(Mc 16, 15).
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O perdão é um ato da vontade, não das emoções
A frase-chave do Evangelho de hoje é: “Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, reprende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe”.
Em termos práticos, a palavra “perdão” significa abrir mão do direito de mover uma ação contra o ofensor. É um ato da vontade, não das emoções. O plano de Deus para o perdão a um ofensor dá a ambas as partes um novo começo rumo a uma vida melhor. O perdão de Deus é a remoção da culpa e da penalidade total de nossos pecados sem qualquer merecimento nosso.
O perdão é necessário, porque as ofensas são muitas. Jesus disse: “É inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vêm!” (Lc 17,1). Nós ofendemos e somos ofendidos. Este é um problema comum nas relações humanas. Ofendemos os outros por atos, atitudes ou palavras (cf. Tg 3,2). O cristão sincero deve ser cuidadoso para não ofender nem sentir as ofensas pelos atos dos outros. Isso requer uma vigilância constante:“Vigiai e orai para não cairdes em tentação”, advertiu-nos Jesus.
O perdão é necessário por causa do mandamento de Deus. E Ele é bastante enfático sobre isso. Temos de perdoar cada ofensa repetidas vezes (cf. Lc 17,3-4).
“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão e longanimidade. Suportando-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3,12-13).
Quer dizer, tudo que for oposto ao espírito de perdão deve ser abandonado de uma vez por todas, e ser substituído por bondade, simpatia e perdão. Neste capítulo não há meio-termo: ou perdoamos uns aos outros ou nos rebelamos contra Deus.
O perdão é necessário, porque não perdoar é prejudicial. Jesus advertiu de que tal atitude é tão grave que Deus não perdoará a pessoa que não quiser perdoar outra (cf. Mt 6,12-15). É tão grave que se uma pessoa persiste nesta atitude, deve ser excluída da comunhão da Igreja (cf. Mt 18,7-9). Um espírito amargo é algo muito sério diante de Deus, merecendo a mais severa disciplina.
Perdoe todas as ofensas. Se alguém ofendê-lo, quer seja por palavras, obras ou atitude, perdoe. Se o erro se repetir mais vezes, ainda que seja no mesmo dia, perdoe (cf. Lc 17,4). Perdoe verdadeiramente, não deixe que as ofensas se acumulem de modo a resultar num grande fardo. Seu perdão deve remover a ofensa para longe, assim como Deus nos tem perdoado.
Perdoe de uma vez para sempre. Você pode dizer: “Eu posso perdoar, mas não posso esquecer”. Deus não nos ordena a esquecer. Ele está preocupado que o nosso perdão seja tão completo que, se nos lembrarmos da ofensa, será para louvá-Lo pelo perdão e não para sentir mais tarde uma mágoa pela ofensa.
Confie plenamente em Deus. Perdão é um exercício espiritual. Quando Jesus terminou Seu ensino sobre o perdão, os discípulos responderam: “Aumenta-nos a fé” (cf. Lc 17,5). O perdão pode ser estendido às pessoas pela fé em Deus.
Submeta-se totalmente ao Espírito Santo. As virtudes mencionadas em Colossenses 3,12-13, relativas ao que devemos fazer para perdoar, estão intimamente ligadas aos frutos do Espírito Santo, enumerados em Gálatas 5,22-23. O cristão que é cheio do Espírito não O entristecerá com uma atitude amarga que recusa perdoar.
Siga explicitamente o exemplo de Cristo: “Assim como Cristo vos perdoou, assim também fazei vós” (Cl 3,13). “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4,32). Jesus mesmo nos deixou o exemplo do perdão para seguirmos.
Ame abnegamente a pessoa que não merece. “E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor” (Cl 3,14). Este espírito capacitará você a agir bondosa e pacientemente com o ofensor. “O amor é sofredor, é benigno, não se irrita, não suspeita mal, tudo sofre. O amor nunca falha” (I Cor 13,4-8). O amor de Deus é a resposta para toda nossa amargura e sentimentos irreconciliáveis.
Descanse completamente na paz de Deus Pai. Se você permitir que a paz do Senhor domine seu coração, você não terá problema com a falta de perdão (cf. Cl 3,15). Quando você “guarda a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”, não terá problema com o espírito de irreconciliação (cf. Ef 4,3). A amargura e a mágoa que acompanham um espírito irreconciliável destruirão a paz do coração.
Se você pensar: “Não posso viver com a pessoa que agiu errado comigo”, lembre-se de que é a paz de Deus que deve reinar no seu coração. Se não pode amar essa pessoa, peça a Deus para amá-la por você e Ele o fará! Amando com o amor de Deus você será cheio de Sua paz (cf. Ef 4,1-3).
Perdão significa abrir mão para sempre do direito de mover uma questão contra uma pessoa, ou seja, de vingar-se dela. É um ato da vontade, não de emoções. O plano de Deus é que tanto o ofensor como o ofendido tomem um novo começo, rumo a uma vida melhor. Esteja disposto a cultivar a graça do perdão e será feliz para todo o sempre diante do Altíssimo.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Site Canção Nova
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: "Quem como Deus". Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. "Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)
São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa "Força de Deus" ou "Deus é a minha proteção". É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: "No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré... O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: 'Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus'..." a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome "Deus curou" ou "Medicina de Deus",restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. "Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus" (Tob 5,4).
São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas 9,57-62
José Raimundo Oliva
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspxManuscritos do Mar Morto
Os Manuscritos do Mar Morto já estão disponíveis para consulta na internet. Escritos entre os séculos III e I, os Manuscritos incluem o texto bíblico mais antigo de que se tem notícia. Os documentos podem ser encontrados no site do museu de Israel de Jerusalém, no endereço dss.collections.imj.org.il
O projeto abre para acesso global e gratuito aos cinco pergaminhos digitalizados dos manuscritos de 2.000 anos – considerados uma das maiores descobertas arqueológicas do século passado – ao colocar na rede imagens de alta resolução que são cópias exatas dos originais.
Os manuscritos estão disponíveis nas línguas originais – hebraico, aramaico e grego – e, inicialmente, em tradução para o inglês apenas do manuscrito principal, atribuído a Isaias. A empresa prevê a tradução para o espanhol e outros idiomas. Também é possível realizar buscas no texto (no site do manuscrito ou via Google) e deixar comentários ao ler os manuscritos.
No ano 68 a.C. os textos foram escondidos em 11 cavernas às margens do Mar Morto para serem protegidos durante a invasão do exército romano. Esses documentos não foram descobertos novamente até o ano de 1947, quando um pastor beduíno jogou uma pedra em uma caverna e percebeu que havia algo lá dentro.
Desde 1965, os Manuscritos são mantidos no escuro, em salas climatizadas do Museu de Israel, em Jerusalém, onde somente quatro funcionários especialmente treinados têm autorização para manusear os pergaminhos e papiros. O museu possui oito dos manuscritos, que estão divididos em 30 mil fragmentos, mas ainda existem outros em poder da Autoridade de Antiguidades de Israel e colecionadores particulares.
Fonte: Site Rádio Vaticano
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas 9,51-56
No Evangelho de hoje podemos perceber que Jesus sempre se manteve firme em seu propósito, Ele jamais se desviou da vontade do Pai, mesmo que isso significasse ir ao encontro daqueles que queriam condená-Lo. Jesus enviou mensageiros para prepararem um lugar onde pudessem se hospedar, mas os samaritanos que viviam no povoado não aceitaram receber Jesus em seu meio, devido às disputas e rivalidade que havia entre judeus e samaritanos, o que causou uma revolta em Tiago e João. Esses dois discípulos de Cristo, que eram tão próximos Dele, mostram o sentimento de vingança que muitas vezes habita em nosso coração. Não é certo que guardemos rancor ou mágoa de nossos irmãos, independente da ofensa recebida, pois do contrário correremos o risco de nos assemelharmos aos samaritanos, que não quiseram acolher o Cristo salvador por causa de mágoas antigas. Nós precisamos buscar ter bons sentimentos, pois um coração cheio de amor é uma porta aberta para Deus. O interessante é que Jesus repreende os discípulos, mesmo sendo seus amigos, Ele não deixa de corrigi-los. Enquanto o ser humano insiste em desejar a punição e a morte dos inimigos, Deus quer vida e misericórdia para todos.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Evangelho - Mt 18,21-19,1
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo:
21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou:
"Senhor, quantas vezes devo perdoar,
se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?"
22Jesus respondeu:
"Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
23Porque o Reino dos Céus é como um rei
que resolveu acertar as contas com seus empregados.
24Quando começou o acerto,
trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.
25Como o empregado não tivesse com que pagar,
o patrão mandou que fosse vendido como escravo,
junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía,
para que pagasse a dívida.
26O empregado, porém, caíu aos pés do patrão,
e, prostrado, suplicava:
"Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo".
27Diante disso, o patrão teve compaixão,
soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.
28Ao sair dali,
aquele empregado encontrou um dos seus companheiros
que lhe devia apenas cem moedas.
Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo:
"Paga o que me deves".
29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava:
"Dá-me um prazo! e eu te pagarei".
30Mas o empregado não quis saber disso.
Saiu e mandou jogá-lo na prisão,
até que pagasse o que devia.
31Vendo o que havia acontecido,
os outros empregados ficaram muito tristes,
procuraram o patrão e lhe contaram tudo.
32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse:
"Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida,
porque tu me suplicaste.
33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro,
como eu tive compaixão de ti?"
34O patrão indignou-see mandou entregar aquele empregado aos torturadores,
até que pagasse toda a sua dívida.
35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco,
se cada um não perdoar de coração ao seu irmão."
19,1Ao terminar estes discursos,
Jesus deixou a Galiléia
e veio para o território da Judéia além do Jordão.
Palavra da Salvação.
Reflexão - Mt 18, 21 - 19, 1
Nós não temos como pagar a Deus para obtermos o perdão dos nossos pecados, de modo que merecemos a paga pelos mesmos que é a morte. Mas o amor misericordioso de Deus não permite que nenhum dos seus filhos e filhas seja entregue à morte, de modo que a verdadeira paga pelos nossos pecados foi a obediência de Jesus, amando-nos até o fim e, assim, apesar dos nossos pecados, temos a eterna aliança com ele. Desse modo, Deus nos dá o exemplo do verdadeiro perdão, nos ensinando que tudo devemos fazer para restaurar a unidade perdida por causa dos males que as pessoas comentem contra nós.
Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Mês das vocações
O mês de agosto no Brasil é tradicionalmente conhecido como o mês vocacional. Neste mês somos convocados todos os anos para intensificar as orações e as ações em favor das vocações em geral.
É muito importante darmos atenção ao ministérios dos padres, afinal eles são indispensáveis na igreja e na comunidade, pois são os pastores que cuidam do povo de deus. Mas para não deixar de lado as outras vocações que também são importantes, o mês de agosto é dividido em quatro temas.
Assim, a primeira semana foi dedicada de maneira especial as vocações presbiterais e diaconais, por causa da festa dia 4 de agosto de São João Maria Vianey, patrono dos sacerdotes, e a festa dia 10 de São Lourenço, que foi diácono. Então no primeiro domingo de agosto comemoramos o dia do padre.
A segunda semana é dedicada à vocação ao matrimônio. Afinal é através do matrimônio que se constitui a família. Então comemoramos o dia dos pais no segundo domingo de agosto.
Na terceira semana refletimos sobre as vocações religiosas e missionárias, recordando os vários chamados de Deus neste sentido, sejam para a vida contemplativa nos mosteiros, seja para vida ativa nas várias frentes pastorais e evangelizadoras nas comunidades. Por isso comemoramos o dia dos religiosos e das religiosas no terceiro domingo.
A última semana é dedicaca à vocação laical, ou seja, a vocação para sermos fiéis leigos, participantes da comunidade do povo de Deus: a Igreja. Recordamos também os vários ministérios da igreja e o papel do cristão no mundo, mas lembramos de modo especial os catequistas, que são aqueles que ensinam a fé. Portanto o dia do leigo e do catequista é comemorado no quarto domingo de agosto.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Por que foi necessária a morte de Cristo?
Já percebi que todos nós sabemos muitas coisas sobre diversos assuntos, mas quando se trata de nossa Fé, precisamos nos aperfeiçoar a cada dia.
Vi esse vídeo no site Bíblia Católica News sobre a razão pela qual Jesus teve que morrer e achei bem interessante, resolvi partilhar.
Vi esse vídeo no site Bíblia Católica News sobre a razão pela qual Jesus teve que morrer e achei bem interessante, resolvi partilhar.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Santíssima Trindade e o Sinal da Cruz
O Sinal da Cruz pode ser feito de duas formas: a primeira é fazendo uma cruz na testa, outra nos lábios e outra no peito dizendo: Pelo Sinal da Santa Cruz, livre-nos Deus Nosso Senhor, dos nossos inimigos. O Sinal conclui-se fazendo uma única cruz, tocando a testa, o peito e os ombros, dizendo: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.
Obs.: Na missa, antes do Evangelho, o Sacerdote faz três cruzes, mas com os seguintes significados: Que a Palavra penetre em meu ser, que eu a proclame com os lábios e guarde no meu coração. A cruz lembra a vitória de Cristo sobre a morte e que a nossa caminhada rumo ao Céu exige sacrifícios. A cruz é tão importante na vida do cristão que existe duas datas especiais para reverenciá-la: a sexta feira da Paixão e dia 14 de setembro, quando há a festa da exaltação da Santa Cruz.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Exame de consciência
Já estamos nos aproximando do dia em que comemoramos a Ressurreição de Cristo. Para viver uma boa Páscoa devemos nos lembrar que é preciso estarmos de bem com nós mesmos e reconciliados com Deus. A melhor forma para conseguir isso é nos arrependermos das atitudes erradas que praticamos e fazer uma boa confissão. Um exame de consciência auxilia muito até mesmo para percebermos todos os pecados que cometemos e viram hábitos ao longo da vida. Encontrei essa postagem do Professor Felipe e a considerei tão simples e ao mesmo tempo tão prática, que decidi postar em nosso blog também.
Para você fazer uma boa confissão é preciso examinar a sua consciência, com a luz do Espírito Santo, com coragem, e nada a esconder do sacerdote, que ali representa o próprio Jesus.
1- Amo a Deus mais do que as coisas, as pessoas, os meus programas?
Ou será que eu tenho adorado deuses falsos, como o prazer do sexo, antes ou fora do casamento, o prazer da gula, o orgulho de aparecer, a vaidade de me exibir, de querer ser "o bom", etc.?
2- Eu tenho, contra a lei de Deus, buscado poder, conhecimento, riquezas, soluções para meus problemas em coisas proibidas, como: horóscopos, mapa astral, leitura de cartas, búzios, tarôs, pirâmides, cristas, espiritismo, macumba, candomblé, magia negra, invocação dos mortos, leitura das mãos, etc.? Tenho cultivado superstições? Figas, amuletos, duendes, gnomos e coisas parecidas? Procuro ouvir músicas que me influenciam provocando alienação, violência, desejo de sexo, rebeldia e depravação?
3- Eu rezo, confio em Deus, procuro a Igreja, participo da Santa Missa nos domingos? Eu me confesso? Comungo?
4- Eu leio os evangelhos, a Palavra viva de Jesus, ou será que Ele é um desconhecido para mim?
5- Eu respeito, amo e defendo Deus, Nossa Senhora, os Anjos, os Santos, as coisas sagradas, ou será que sou um blasfemador que age como um inimigo de Jesus?
6- Eu amo, honro, ajudo os meus pais, ou meus irmãos, a minha família? Ou será que eu sou "um problema a mais" dentro da minha casa? Eu faço os meus pais chorarem? Eu sou um filho que só sabe exigir e exigir? Eu minto e sou fingido com eles?
Vivo o mandamento: "Honrar pai e mãe"?
7- Como vai o meu namoro? Faço da minha garota um objeto de prazer para mim? Como um cigarro que eu fumo e jogo a "bita" fora? Ela (e) é uma "pessoa" com a qual quero conviver ou é apenas uma "coisa" para me dar prazer?
8- Eu vivo a vida sexual antes do casamento, fora do plano de Deus? Eu peco por pensamentos, palavras atos, quanto a esse assunto: Masturbação, revistas pornográficas, filmes, desfiles eróticos, roupas provocantes? Vivo o homossexualismo?
9- Eu respeito meu corpo e a minha saúde que são dons de Deus? Ou será que eu destruo o meu corpo, que é o templo do Espírito Santo, com a prostituição, com as drogas, as aventuras de alto risco, brigas, violências, provocações, etc.?
10- Sou honesto? Ou será que tapeio os outros? Engano meus pais? Pego dinheiro escondido deles? Será que eu roubei algo de alguém, mesmo que seja algo sem muito valor? Já devolvi?
11- Fiz mal para alguém? Feri alguém por palavras, pensamentos, atitudes, tapas, com armas? Neguei o meu perdão a alguém? Desejei vingança? Tenho ódio de alguém?
12- Eu falo mal dos outros? Vivo fofocando, destruindo a honra e o bom nome das pessoas? Sou caluniador e mexeriqueiro? Vivo julgando e condenando aos outros? Sou compassivo, paciente, manso? Sei perdoar, como Jesus manda?
13- Sou humilde, simples, prestativo, amigo de verdade?
14- Vivo a caridade, sei sofrer para ajudar a quem precisa de mim?
Partilho o que tenho com os irmãos ou sou egoísta?
15- Sou desapegado das coisas materiais, do dinheiro?
16- Sou guloso, vivo só para comer, ou como para viver?
17- Eu bebo sem controle? Deixo que o álcool destrua minha vida e desgrace a minha família?
18- Sou preguiçoso? Não trabalho direito? Deixo todas as minhas coisas jogadas e mal-arrumadas, se estragando?
19- Sinto raiva de alguém e não perdôo o mal que me fizeram? Desejo vingança contra alguém? Sou maldoso?
20- Sou invejoso? Ciumento? Vivo desejando o mal para os outros?
Trecho do livro: Jovem, levanta-te
Felipe Aquino
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais no Blog do Professor Felipe. Site do autor: www.cleofas.com.br
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Santíssima Trindade
A Santíssima Trindade é superior a capacidade humana de entendimento. Podemos, portanto, iluminados pela fé, chegar a um conhecimento muito útil dos mistérios, mas sem compreendê-los em sua totalidade. A Santíssima Trindade é o mistério de um só Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.
Pai: Aquele que cria
Filho: Aquele que salva
Espírito Santo: Aquele que santifica
Pela graça do batismo somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade. Pela Crisma somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade. Pela Crisma somos chamados a confirmar essa fé no Deus de amor. Deus é quem ama, o Filho é Aquele que veio ao mundo para nos salvar e nos mostrar que somos amados pelo Pai e o Espírito Santo é o próprio amor. Deus está em três pessoas, mas é o mesmo Deus.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Igreja Católica, construtora da civilização moderna
Muitas vezes ouvimos críticas duras contra nossa Igreja. Há quem diga que ela é antiquada, que foi um atraso para a civilização, que foi contra avanços científicos, que teve na época da inquisição sua verdadeira face desmascarada... E por aí vão, anos de críticas, de comentários e crenças sem fundamento. É preciso que nós católicos, sejamos os primeiros a saber como responder quando alguém ataca a Igreja desse modo.
Hoje existem vários estudiosos renomados que apontam a Igreja como a responsável pela formação da civilização moderna. Um deles é o professor Thomas Woods, que escreveu o livro "Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental". É uma obra que tem como objetivo desmentir algumas calúnias que se fixaram a respeito da Igreja Católica. Segue o vídeo com a introdução de uma série na EWTN TV chamada "A Igreja Católica: Construtora da Civilização".
Confira como a Igreja Católica construiu a Civilização Moderna e a livrou da ignorância e do massacre dos Bárbaros: http://blog.bibliacatolica.com.br/historia-da-igreja/igreja-catolica-mae-da-civilizacao-moderna/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+bibliacatolica+(B%C3%ADblia+Cat%C3%B3lica+News)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Castidade segundo o Catecismo da Igreja Católica
O batizado, com a graça de Deus, em luta contra os desejos desordenados, chega à pureza do coração mediante a virtude e o dom da castidade, a pureza de intenção e do olhar exterior e interior, com a disciplina dos sentidos e da imaginação e pela oração. A pureza exige o pudor, que, preservando a intimidade da pessoa, exprime a delicadeza da castidade e orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e da sua comunhão. Ela liberta do erotismo difuso e afasta de tudo aquilo que favorece a curiosidade mórbida. Requer uma purificação do ambiente social, mediante uma luta constante contra a permissividade dos costumes, que assenta numa concepção errônea da liberdade humana. A castidade é a integração positiva da sexualidade na pessoa. A sexualidade torna-se verdadeiramente humana quando é bem integrada na relação pessoa a pessoa. A castidade é uma virtude moral, um dom de Deus, uma graça, um fruto do Espírito.
Fonte: CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA - Compêndio
Disponível também em: http://www.vatican.va/archive/compendium_ccc/documents/archive_2005_compendium-ccc_po.html
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Sacramentos e Sacramentais
Jesus Cristo, hoje glorificado e ao lado direito do Pai, como Ele mesmo já havia anunciado, continua agindo em nossa vida e nos comunicando sua Graça através dos sete Sacramentos, que Ele mesmo instituiu e confiou à Igreja.
Os Sacramentos são sinais sensíveis e visíveis que nos concedem a vida divina. São eles: Batismo, Eucaristia e Crisma (sacramentos de iniciação Cristã); Penitência e Unção dos enfermos (sacramentos da cura); Ordem e Matrimônio (sacramentos ao serviço da comunhão e da missão). Pode-se perceber que eles tocam todas as etapas importantes da vida cristã.
Através do Batismo somos reconhecidos como Filhos de Deus e confirmamos essa nossa vontade com o sacramento do Crisma. A Eucaristia é nosso alimento espiritual, que nos fortalece e garante a vida, e a Penitência é o modo como nos reconciliamos com o Pai quando nos afastamos de sua Graça por causa do pecado. A Unção dos Enfermos nos cura e liberta das enfermidades do corpo e da alma. O matrimônio dá ao homem e à mulher uma íntima comunhão de vida e de amor entre eles, de modo que já não são dois, mas uma só carne. E a Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo aos seus Apóstolos continua a ser exercida na Igreja.
Já os Sacramentais, instituídos pela Igreja, são sinais sagrados pelos quais somos preparados para receber o fruto dos sacramentos e ter santificadas várias circunstâncias de nossa vida. Os sacramentais não conferem a Graça do Espírito Santo assim como os Sacramentos, mas pela oração da Igreja nos preparam para recebê-la. Entre os sacramentais, encontram-se primeiramente as bênçãos, que são louvores a Deus e orações para obter seus dons, as consagrações de pessoas e as dedicações de coisas para o culto a Deus.
Jesus em sua infinita bondade e misericórdia, não querendo nos deixar sem Seu amparo, deixou-nos os sacramentos de modo que assim, estivéssemos em íntima comunhão com Ele.
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