Deus é gracioso! E tamanha é a Graça de Deus que ela transborda sobre todos nós, apesar de nossas limitações e fraquezas.
quinta-feira, 18 de maio de 2023
Carta para a Giovana
terça-feira, 11 de abril de 2023
Ação policial nas escolas
Hoje começou uma ação da polícia militar para aumentar a segurança das escolas. É uma boa iniciativa. Mas é iniciativa, precisa ter continuidade. Tenho fé que se nos unirmos conseguiremos uma ação eficaz pela segurança de todos e penso que precisamos também assumir nosso papel de educar nossos filhos, prepará-los para tornar o mundo um lugar melhor e mais santo.
Pausa pra risos: os policiais estavam na porta da escola que minha filha estuda. Ela me olhou e falou: tem "puliça" aqui mamãe. Eu respondi: sim filha, é pra proteger vocês de pessoas malvadas. Ela respondeu: mas mamãe, é você que me protege das pessoas malvadas! Eu sorri e disse: não se preocupe filha, se aparecer alguém malvado, os policiais vão ligar pra mamãe vir aqui.quarta-feira, 8 de março de 2023
Aniversário do Fred
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
Depoimento de uma mãe depois de levar a segunda filha pra escola
Aguardei ansiosamente a ligação vinda da escola, dizendo que minha filha não aguentou ficar longe de mim, que eu deveria ir buscá-la.... a ligação não veio, verifiquei nas chamadas e não tinha nenhuma perdida, vou ligar na Vivo e saber se teve problema com sinal hoje...
Ao chegar na escola para buscá-la no fim da aula, a diretora olha pra mim com os olhos arregalados e diz: sua filha é bem sapequinha né?Claro que eu olhei pra todos os lados ao redor pra conferir se ela estava falando comigo mesmo. Ela podia ter confundido as crianças, porque no primeiro dia de aula, com 100 crianças na escola, por que ela iria lembrar justo da minha filha?
Mas não tinha ninguém ao redor e ela confirmou: É a sua mesmo Kátia! 😳😅
Eu sorri, meio encabulada, e disse com o sorriso mais amarelo do mundo: Mesmo Leda?
E ela responde: Sim, esperta d+! De muito expediente 😂😂😂😂
Na hora eu não dei muito assunto, vai que ela resolve revelar algum comportamento muito "travesso" perto dos outros pais... Só sorri e disse que ela é espertinha mesmo.
Ao chegar em casa vi que o uniforme dela tinha cores de vários alimentos diferentes, suco, Todinho...
Quando abri a lancheira, vi que ela estava intacta... só fico pensando se o coleguinha que dividiu o lanche fez isso por vontade própria ou se foi o "expediente" da Giovana que forçou a situação 😅
Por hoje é só! Vamos ver como será o resto do ano 😘
terça-feira, 23 de março de 2021
Tão perto e tão longe....
Casa de mãe é alegria e estresse. Tem briga, tem conversa alta e tem o melhor arroz e feijão do mundo.
Tem bagunça, tem cachorro, tem quintal, tem sol na janela que incomoda, mas tem aconchego, tem paz, tem nossas memórias de criança - de valor incalculável!
Acima de tudo, tem muito amor...
Saudades de casa! Dói no coração e vaza pelos olhos.
E ainda tem gente que ignora o perigo da pandemia.
Se os sintomas não são severos para levar a pessoa para o hospital, não significa que a doença não seja ruim o suficiente para manter isoladas as pessoas que amamos, tão antes da hora. Tão perto e tão longe.
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
"Mamãe, eu não quero que você mude"
"Mamãe, eu não quero que você mude"
Essa foi a resposta do Tiago, com 4 anos de idade, quando eu contei que no dia seguinte eu iria pro hospital trazer a irmãzinha.Sempre que me lembro desse momento, voltam aquele nó na garganta e as lágrimas que precisei conter.
Será que ele já sabia da enorme mudança que haveria em nossas vidas?
Fico pensando no que passou pela sua cabeça, ou talvez no coração, que o motivou a dizer que não queria que eu mudasse. Ele não tinha como saber o quanto eu mudei desde que ele nasceu e o quanto eu ainda mudaria. Mudanças... As vezes penso que é só disso que se trata a minha vida. Eu mudei tanto ao longo dos anos. Mudei minha forma de ver mundo, na tentativa de não surtar. Mudei o jeito de amar, pra não sufocar e nem ser sufocada. Mudei meu comportamento, para me enquadrar no gosto dos outros (a pior mudança que alguém pode passar e a que mais me magoou). Mudei de novo minhas atitudes, pra voltar a ser quem eu era e descobri que não era mais possível, de alguma forma eu mudei de novo sem querer. Mudei o modo de encarar a maternidade, me vi uma mãe que eu nunca imaginei me tornar. Mudei depois do aborto, mudei meu trabalho, mudei depois da segunda gravidez, depois do parto, das primeiras vacinas, dos primeiros alimentos, depois da terceira gravidez, mudei tudo. Meu Deus! Será que sobrou alguma coisa em mim que não se transformou? Talvez... mas não garanto que até terminar este texto eu não tenha mudado de novo.
De uma coisa estou certa, algumas mudanças são extremamente necessárias.
Se não mudamos, dificilmente conseguiremos atingir nosso potencial.
Penso que precisamos saber onde queremos chegar e quem queremos ser para mudar o que for preciso.
Até mesmo a forma de amar nossos filhos muda, amamos aqueles bebês que ficam aconchegados em nosso colo, mas precisamos mudar e saber amar quando eles não querem mais o colinho da mamãe, quando querem explorar cada canto de casa. E precisamos mudar de novo pra caber mais amor no coração, quando um novo filho está prestes a chegar e o mais velho não deseja a mudança.
"Mamãe, eu não quero que você mude"
Mas eu já estava mudando, nem se eu quisesse eu poderia impedir outra mudança.
Eu só não tinha palavras pra explicar a profundidade daquele acontecimento de uma forma que seu coração de 4 anos pudesse entender. Pra minha sorte, meu instinto de mãe me lembrou que eu não precisava de palavras, bastava um abraço pra acalmar seus medos.
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
Sorte
"Eu te amo Giovana, você tem muita sorte de ter um irmão como eu"
Palavras Do Tiago, ditas para a Giovana.
Mal sabem vocês que eu sou a sortuda por ter vocês como filhos. Presenciar essa delicadeza, essa simplicidade das crianças é sorte, ou mais provavelmente: Graça de Deus....
Que Deus os abençoe e conserve esse amor e carinho! É dessa simplicidade que o mundo precisa!
Por que ter filhos?
Qual o sentido de sonhar uma vida para nossos filhos enquanto ainda são gerados em nosso ventre para depois de nascer eles já terem que enfrentar um mundo de frustrações? É lindo acompanhar cada descoberta, as mãos que se transformam em brinquedos, os brinquedos que se transformam em personagens, os personagens que ganham vida, a vida que muda a cada dia. É lindo acompanhar isso e ter o prazer de pensar: eu ensinei, eu participei de tudo.
Mas aí eles crescem e já não precisam mais de nós. "Mamãe eu não preciso da sua ajuda, eu já sei me vestir sozinho". E uma simples frase de uma criança de 5 anos faz nascer em nós um sentimento de impotência tão forte que nos faz pensar se já acabou nosso trabalho. Como assim? Você é uma criança! Ontem mesmo você era um bebê que segurava minha mão como se isso fosse a coisa mais importante do mundo. Ainda ontem você corria para meus braços em busca de um sopro que iria sarar seus machucados instantaneamente. Você não pode ter crescido tão rápido. Mas você cresceu e continua crescendo. Louvo e agradeço a Deus por isso. Mas e eu? Como fico? Ao lado, vendo tudo acontecer. E penso que isso deve fazer parte do milagre que é trazer uma vida ao mundo: gerá-los e criá-los para conseguir lidar com esse mundo louco em que vivemos. E que péssima mãe eu seria se não o preparasse para isso, se não o ajudasse a ser independente, se não o ensinasse que eu estarei ali mesmo que ele não precise mais da minha ajuda. Meu amor por você é uma mistura de sentimentos, conflitantes na maior parte do tempo. Queria poder te segurar pra sempre assim, como meu pequeno filho que quase não cabe no meu colo. Mas quero te ajudar a descobrir como usar suas asas e poder explorar tudo de bom que o mundo tem a te oferecer. Voe meu filho, mas não tão logo, não sem a mamãe poder aprender a lidar com a altura que você pode atingir.
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
Quando percebi, o amor tomou uma forma diferente.
Quando percebi, o amor tomou uma forma diferente.
Durante toda a vida aprendemos sobre o amor. Descobrimos o amor no cuidado de nossa família, nas travessuras de criança, nas conversas sem fim com os amigos, no romance que surge sem ser convidado...
Aí você entende que o amor é mais doação, quando a felicidade vem do "fazer o outro feliz".
E o amor continua ali todo dia. As vezes ele fica quietinho, tímido, mas reaparece forte e fiel quando necessário.
Depois percebemos que o amor já não consegue ficar contido, ele precisa sair de nós. Então temos os filhos. Quando percebi, o amor tomou uma forma diferente.
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Maternidade
Algumas palavras mudam o significado ao longo da vida...
A maternidade, para mim, vai muito além de ter filhos.
Abrange todos os sentimentos e emoções que acompanharam a chegada deles. Já acreditei que a mãe bem sucedida é aquela que tem a casa sempre organizada, refeições elaboradas com contagem de nutrientes adequada ou que encontra tempo para se arrumar e estar sempre linda...
Hoje penso que o sucesso na maternidade é ter os filhos saudáveis e com um sorriso verdadeiro no rosto. Sucesso é conseguir se sentar pra fazer um lanche e ver o que está comendo. Ou lembrar de usar condicionar ao lavar o cabelo. Exagero? Eu queria que fosse. 😅
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Talvez sejam meus olhos
sábado, 15 de dezembro de 2018
Por uma vida sem filtros
Como você enxerga o mundo ao seu redor? A vida pode ser muito mais bonita sem filtros. Feliz Natal. =) #Canonbr #NatalCanon
Vídeo disponível no canal da Canon Brasil em https://www.youtube.com/channel/UCXpOPBZ2MEFPljcUMDw7GOA
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas
Doenças? Medicação para as
crianças? Por quê?
sábado, 8 de setembro de 2018
Natividade de Nossa Senhora
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Prece de hoje

segunda-feira, 20 de agosto de 2018
“Há uma tragédia silenciosa em nossas casas”
– um aumento de 43% no TDAH foi observado;
– um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
– um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.
limites claramente definidos;
responsabilidades;
nutrição equilibrada e sono adequado;
movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e espaços para o tédio.
Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:
– pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem quem estabeleça as regras;
– um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por
obtê-lo;
– sono inadequado e nutrição desequilibrada;
– um estilo de vida sedentário;
– estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.
O que fazer?
– Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.
– Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.
– Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.
– Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.
– Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.
– Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade
(dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.).
– Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente
contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.
– Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.
– Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.
– Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.
– Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.
– Estar emocionalmente disponível para se conectar com crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.
– Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.
– Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.
– Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.
– Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.
Médico Psiquiatra
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Carta para o Tiago
Um fato sobre mim: eu adoro escrever! Especialmente sobre
como eu me sinto em relação a tudo. Creio que as palavras escritas tem um poder
de permanecer apesar do tempo. Às vezes a memória falha, em outras as emoções
entram em conflito e frequentemente acho difícil verbalizar um sentimento.quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Voltei pra perguntar
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Falando em descriminalização do aborto...
A matéria é um pouco antiga e com certeza não foi ela que me fez ser contra o aborto, nunca fui favorável à prática. Mas a leitura do texto só me fez pensar ainda mais nas crianças abortadas, pois é o que são: crianças retiradas do ventre de suas mães. Aliás, tenho que me corrigir, não sei se é correto dizer "retiradas do ventre de suas mães", não acredito que a mulher que se submete livremente ao aborto pode ser considerada mãe. Talvez essa mulher abriu mão do título, ela claramente se recusou a ser mãe quando optou por tirar a criança de seu ventre. Mas não quero julgar (mesmo que o faça em meu coração) essas mulheres, eu não posso julgá-las, não tenho esse direito. Deus nos deu sim o livre arbítrio para escolhermos e decidirmos o que quisermos. Mas acredito que o poder de escolha se limita ao que diz respeito somente a nós mesmos, a partir do momento em que vivemos em sociedade as nossas escolhas interferem na vida de nossos semelhantes. Aí está uma das razões que me faz ser contra o aborto: acredito que não tenho o direito de impedir alguém de viver. Mas e quando esse alguém foi gerado contra a vontade da mulher? Podem me dizer que foi estupro, que a camisinha furou, que a pílula não fez efeito, que a mãe corre risco, podem dizer que a criança tem um problema de saúde que vai matá-la de qualquer forma... A criança também não pediu pra ser gerada, mas aconteceu. Aí está a principal razão de eu ser contra o aborto: a criança. Não consigo pensar que alguém tenha coragem de matar um bebê, embrião ou feto. Independente da quantidade de dias ou semanas, eu acredito que é uma criança. Indefesa.
Dói em meu coração pensar nas crianças que foram impedidas de viver. Eu choro por crianças que nunca conheci e que ninguém vai conhecer, porque foram privadas do direito de viver. Então penso: se essas mulheres mudassem de ideia, se esperassem as crianças nascerem, será que ainda iriam desejar ter abortado ao ver aquelas pequenas mãos tentando segurar alguma coisa? Iriam desejar ter abortado quando olhassem aquela boquinha sem dentes tentando esboçar o primeiro sorriso? Ou quando o bebê parasse de chorar apenas por sentir o cheiro ou a presença daquela que permitiu-lhe viver?
É preciso muita coragem pra ser mãe e é preciso muita coragem pra não ser. Ao decidir abortar, a mulher está se libertando da prisão que é ser mãe. Porque ser mãe é isso, é viver aprisionada a uma barriga que cresce por várias semanas trazendo desconforto e dores por todo lado. É preocupar-se 100% do seu tempo com o bem estar daquela criança que chegou. Ser prisioneira de brincadeiras sem fim mesmo quando já anoiteceu. É ser a Mulher Maravilha, mais forte e mais rápida que todos; ou a fada que cura qualquer ferida com um beijo; ou ainda a malvada que obriga a calçar chinelos e a comer verdura, mas é sempre a malvada favorita. Ser mãe é morrer de amor todos os dias, independente do tempo que durar a vida que trouxemos ao mundo. É preciso muita coragem pra ser mãe e é preciso muita coragem pra não ser.
Eu sei que a descriminalização do aborto não obriga a mulher a abortar, a escolha ainda é dela, apenas facilita a prática já que não será mais ilegal.
Mas é preciso defender a vida, especialmente a vida dos indefesos. E é por causa deles que eu choro.







